Primeira etapa
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A história inteira, sem pressa e sem interrupção.

Endometriose · Diagnóstico e cirurgia minimamente invasiva
Você já perdeu a conta de quantas vezes ouviu que era exagero, e de quantas vezes duvidou de si mesma por causa disso.
Chamar no WhatsAppNão é só cólica
Conte como a dor aparece no seu mês.
Chamar no WhatsAppO que você ouviu
É normal, toda mulher sente cólica.
Seus exames estão normais.
Pode ser do intestino, pode ser ansiedade.
Toma anticoncepcional e melhora.
É normal, toda mulher sente cólica.
Toma um remédio, passa. E você foi aprendendo a acreditar que o seu limite de dor é que era baixo.
Seus exames estão normais.
A viagem, a reunião, o treino, o sexo. Sempre olhando o calendário antes de dizer sim a alguma coisa.
Pode ser do intestino, pode ser ansiedade.
Ultrassom normal, sangue normal. E a conclusão de sempre: está tudo bem, deve ser outra coisa.
Toma anticoncepcional e melhora.
Que estava reclamando demais, que ninguém mais precisava faltar ao trabalho por causa de uma menstruação.
E os anos foram passando sem ninguém dar nome a isso.
Conte o que você já ouviu até aqui.
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Eu passei por isso
Por muitos anos, eu cuidei de mulheres com endometriose. Um dia, descobri que também era uma delas.
Receber esse diagnóstico, depois dos 40, mudou a minha forma de enxergar a doença, não apenas como médica, mas como paciente.
Passei a entender de perto o impacto da dor, das dúvidas, dos medos e das decisões que cada mulher enfrenta ao longo do tratamento.
Sei que, muitas vezes, a mulher chega ao consultório depois de anos tendo seus sintomas minimizados, ouvindo que a dor é normal.
Faço questão de validar o que ela sente, muitas vezes por identificação ao meu caso de endometriose.
Converse com quem conhece essa dor de perto.
Chamar no WhatsAppNão normalize esse sofrimento.
Se você sente dor na relação sexual, cólicas intensas ou outros sintomas que afetam a sua qualidade de vida, procure ajuda.
Não é só o útero
Ela pode comprometer intestino, bexiga e a vida sexual, e por isso a avaliação olha o conjunto, e não um exame isolado.

Peça uma avaliação que olha o seu corpo inteiro.
Chamar no WhatsAppA virada começa aqui
O mesmo exame muda de conclusão conforme quem pede e quem lê. Um ultrassom com o preparo certo, uma ressonância lida por quem procura a doença e um exame físico dirigido mudam o que aparece.
Você não precisa de mais um exame. Precisa de alguém que saiba lê-lo.

Vamos investigar a sua dor.
Chamar no WhatsAppComo eu conduzo o seu caso
Endometriose é doença crônica, e o cuidado tem etapa e critério. Você sabe onde está, o que foi encontrado e por que cada caminho está sendo indicado.
Primeira etapa
A história inteira, sem pressa e sem interrupção.
Segunda
Exame dirigido e imagem pedida com o preparo certo.
Terceira
O que foi encontrado, em palavras que você entende.
Quarta
As opções na mesa e a escolha feita junto com você.
Quinta
Clínico, hormonal, multidisciplinar ou cirúrgico.
Sexta
Reavaliação, ajuste e um caminho para o longo prazo.
O que a investigação inclui
A dor, o ciclo, o intestino, a bexiga, o sexo, o sono e o que você já tentou.
O exame de quem sabe onde a endometriose costuma se esconder.
Os laudos que você já tem, relidos com a pergunta certa.
Ultrassom com preparo ou ressonância, pedidos e lidos por quem procura endometriose.
Clínico, hormonal, fisioterapia pélvica, cirurgia. O que cabe no seu caso e no seu momento.
Endometriose é doença crônica. O plano prevê reavaliação, e não alta e adeus.
A investigação começa por uma conversa.
Chamar no WhatsAppSe a cirurgia for o caminho
Fiz mestrado em cirurgia na endometriose, me formei em cirurgia na França e na Itália, opero endometriose profunda em hospital público e coordeno o fellowship de cirurgia minimamente invasiva do Einstein.
Cirurgia pélvica por pequenas incisões. Me formei nisso no IRCAD de Strasbourg e em Clermont-Ferrand, na França.
Diagnóstico e cirurgia dentro do útero, com formação no Hospital Universitário Federico II, em Nápoles.
Fiz a pós-graduação e a certificação em plataforma robótica no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.
Onde eu me formei
Operar bem começa por saber quando não operar.
Tire as suas dúvidas sobre cirurgia com quem opera.
Chamar no WhatsAppComo eu atendo
Você conta a sua história sem pressa, sem constrangimento e sem ter a sua dor diminuída.
A indicação é avaliada com critério. Operar sem necessidade também faz mal, e essa conversa é honesta desde o primeiro dia.
Explico o que estamos investigando, o que o exame mostrou e por que indico cada caminho, em linguagem que você entende.
Fisioterapia pélvica, nutrição, dor e saúde emocional entram quando fazem diferença para você.
Me conta há quanto tempo você sente isso.
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Onde você é atendida
A consulta acontece em quatro endereços entre São Paulo e o ABC, e também por vídeo, para quem mora longe ou está em viagem. Você escolhe o formato que cabe na sua rotina, e a equipe combina com você pelo WhatsApp.
Compartilhar contatoDiga de onde você vem e a equipe indica o melhor endereço.
Chamar no WhatsAppQuanto mais cedo, melhor.
Quanto mais cedo a endometriose é identificada, maiores são as possibilidades de controlar a doença e viver com mais qualidade de vida.

O primeiro passo
Me conte há quanto tempo você sente dor e o que já ouviu até aqui. A conversa começa no WhatsApp, com a minha equipe, e dali combinamos a sua consulta.
Chamar no WhatsAppAtendimento de segunda a sexta. Se você preferir, pode só escrever o que está sentindo e a equipe responde com os próximos passos.
Perguntas frequentes
Os mais comuns são cólica menstrual intensa, dor pélvica fora da menstruação, dor na relação, dor para evacuar ou urinar durante o ciclo, sangramento intenso, cansaço e dificuldade para engravidar. Algumas mulheres têm poucos sintomas, e a intensidade da dor nem sempre acompanha a extensão da doença.
Não. Cólica que faz você faltar ao trabalho, desmarcar compromissos ou que não melhora com os remédios comuns não é normal e merece investigação, porque pode ser endometriose.
Não. Ultrassom comum, sem preparo, muitas vezes não mostra a endometriose. Ultrassom com preparo intestinal ou ressonância com protocolo específico, feitos e lidos por quem procura endometriose, aumentam muito a chance de encontrar a doença.
Pela história clínica, pelo exame físico dirigido e por exame de imagem especializado. Hoje, na maioria dos casos, não é preciso operar para ter o diagnóstico: a cirurgia fica para quando também é tratamento.
A endometriose é uma doença crônica. O tratamento controla os sintomas e a evolução da doença, e o acompanhamento continua ao longo dos anos, com reavaliação e ajuste do plano.
Não. Nem toda paciente com endometriose precisa de cirurgia. Muitas se tratam com medicamentos, hormônios e cuidado multidisciplinar. A cirurgia entra quando é realmente indicada, por exemplo quando a dor não cede ao tratamento clínico ou quando a doença compromete outros órgãos.
É feita por pequenas incisões, por laparoscopia ou com plataforma robótica. Em comparação com a cirurgia aberta, costuma causar menos dor no pós-operatório e permitir recuperação mais rápida. O tempo de recuperação depende da extensão da doença e é explicado antes da cirurgia.
Pode dificultar a gravidez, mas muitas mulheres com endometriose engravidam. A avaliação considera a sua idade, a extensão da doença e o seu plano de ter filhos, e, quando necessário, inclui a reprodução assistida.
Sim. Muitas mulheres recebem o diagnóstico depois dos 40, depois de anos de sintomas minimizados. Os sintomas tendem a diminuir depois da menopausa, mas nem sempre desaparecem, e a doença continua precisando de acompanhamento.
Porque a cólica forte ainda é tratada como normal e porque os exames comuns muitas vezes não mostram a doença. Estudos falam em uma média de sete anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico.
Ficou alguma dúvida? Pergunte à minha secretária.
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