Fernanda Asencio Fernanda Asencio
Dra. Fernanda mostrando o modelo do útero

Endometriose · Diagnóstico e cirurgia minimamente invasiva

A sua dor nunca foi normal.

Você já perdeu a conta de quantas vezes ouviu que era exagero, e de quantas vezes duvidou de si mesma por causa disso.

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Não é só cólica

A endometriose aparece no seu calendário antes de aparecer no exame.

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ter3cancelou o almoço de domingo
qua4trabalhou com bolsa de água quente
qui5faltou ao trabalho
sex6disse que estava tudo bem
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sáb14dor na relação, e ficou quieta
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qua18dor para ir ao banheiro
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dom22desistiu da viagem
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sex27remédio de novo, antes de sair de casa
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Conte como a dor aparece no seu mês.

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O que você ouviu

É normal, toda mulher sente cólica.

Seus exames estão normais.

Pode ser do intestino, pode ser ansiedade.

Toma anticoncepcional e melhora.

É normal, toda mulher sente cólica.

Desde a adolescência você ouve que é assim mesmo.

Toma um remédio, passa. E você foi aprendendo a acreditar que o seu limite de dor é que era baixo.

Seus exames estão normais.

Você foi organizando a vida em volta do ciclo.

A viagem, a reunião, o treino, o sexo. Sempre olhando o calendário antes de dizer sim a alguma coisa.

Pode ser do intestino, pode ser ansiedade.

Os exames voltaram sem alteração.

Ultrassom normal, sangue normal. E a conclusão de sempre: está tudo bem, deve ser outra coisa.

Toma anticoncepcional e melhora.

E você começou a achar que era exagero seu.

Que estava reclamando demais, que ninguém mais precisava faltar ao trabalho por causa de uma menstruação.

E os anos foram passando sem ninguém dar nome a isso.

Conte o que você já ouviu até aqui.

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Dra. Fernanda Asencio

Eu passei por isso

Por muitos anos, eu cuidei de mulheres com endometriose. Um dia, descobri que também era uma delas.
Dra. Fernanda AsencioGinecologia · CRM-SP 125086

Receber esse diagnóstico, depois dos 40, mudou a minha forma de enxergar a doença, não apenas como médica, mas como paciente.

Passei a entender de perto o impacto da dor, das dúvidas, dos medos e das decisões que cada mulher enfrenta ao longo do tratamento.

Sei que, muitas vezes, a mulher chega ao consultório depois de anos tendo seus sintomas minimizados, ouvindo que a dor é normal.

Faço questão de validar o que ela sente, muitas vezes por identificação ao meu caso de endometriose.

Converse com quem conhece essa dor de perto.

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Não normalize esse sofrimento.

Se você sente dor na relação sexual, cólicas intensas ou outros sintomas que afetam a sua qualidade de vida, procure ajuda.

Não é só o útero

A endometriose alcança muito mais do que o seu ciclo.

Ela pode comprometer intestino, bexiga e a vida sexual, e por isso a avaliação olha o conjunto, e não um exame isolado.

Peça uma avaliação que olha o seu corpo inteiro.

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A virada começa aqui

Diagnóstico de endometriose não é sorte. É saber o que procurar.

O mesmo exame muda de conclusão conforme quem pede e quem lê. Um ultrassom com o preparo certo, uma ressonância lida por quem procura a doença e um exame físico dirigido mudam o que aparece.

Você não precisa de mais um exame. Precisa de alguém que saiba lê-lo.

Dra. Fernanda Asencio explicando no modelo do útero

Vamos investigar a sua dor.

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Como eu conduzo o seu caso

Do primeiro relato à decisão, com você em cada etapa.

Endometriose é doença crônica, e o cuidado tem etapa e critério. Você sabe onde está, o que foi encontrado e por que cada caminho está sendo indicado.

20anos de consultório ouvindo mulheres com dor
4formações cirúrgicas fora do Brasil, na França e na Itália
2títulos de especialista: ginecologia e endoscopia ginecológica
01

Primeira etapa

Escutar

A história inteira, sem pressa e sem interrupção.

02

Segunda

Investigar

Exame dirigido e imagem pedida com o preparo certo.

03

Terceira

Explicar

O que foi encontrado, em palavras que você entende.

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Quarta

Decidir

As opções na mesa e a escolha feita junto com você.

05

Quinta

Tratar

Clínico, hormonal, multidisciplinar ou cirúrgico.

06

Sexta

Acompanhar

Reavaliação, ajuste e um caminho para o longo prazo.

O que a investigação inclui

A sua história inteira

A dor, o ciclo, o intestino, a bexiga, o sexo, o sono e o que você já tentou.

Exame físico dirigido

O exame de quem sabe onde a endometriose costuma se esconder.

Releitura dos seus exames

Os laudos que você já tem, relidos com a pergunta certa.

Imagem com o preparo certo

Ultrassom com preparo ou ressonância, pedidos e lidos por quem procura endometriose.

As opções na mesa

Clínico, hormonal, fisioterapia pélvica, cirurgia. O que cabe no seu caso e no seu momento.

Um caminho para o longo prazo

Endometriose é doença crônica. O plano prevê reavaliação, e não alta e adeus.

A investigação começa por uma conversa.

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Se a cirurgia for o caminho

Se você precisar operar, quem opera sou eu.

Fiz mestrado em cirurgia na endometriose, me formei em cirurgia na França e na Itália, opero endometriose profunda em hospital público e coordeno o fellowship de cirurgia minimamente invasiva do Einstein.

01

Laparoscopia

Cirurgia pélvica por pequenas incisões. Me formei nisso no IRCAD de Strasbourg e em Clermont-Ferrand, na França.

02

Histeroscopia

Diagnóstico e cirurgia dentro do útero, com formação no Hospital Universitário Federico II, em Nápoles.

03

Cirurgia robótica

Fiz a pós-graduação e a certificação em plataforma robótica no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

Onde eu me formei

IRCAD · Strasbourg, FrançaFellowship em cirurgia pélvica laparoscópica com o Prof. Arnauld Wattiez
Santa Casa de São PauloMestrado em cirurgia na endometriose e endoscopia ginecológica
Clermont-Ferrand, FrançaObserver fellowship em cirurgia pélvica laparoscópica
Federico II · Nápoles, ItáliaObserver fellowship em histeroscopia cirúrgica e ambulatorial
Albert Einstein · São PauloPós-graduação e certificação em cirurgia robótica
Hospital Geral de Vila Nova CachoeirinhaCirurgiã de endometriose profunda, pelo SUS

Operar bem começa por saber quando não operar.

Tire as suas dúvidas sobre cirurgia com quem opera.

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Como eu atendo

Você é ouvida antes de ser operada.

  1. A consulta começa pela escuta

    Você conta a sua história sem pressa, sem constrangimento e sem ter a sua dor diminuída.

  2. Nem toda endometriose precisa de cirurgia

    A indicação é avaliada com critério. Operar sem necessidade também faz mal, e essa conversa é honesta desde o primeiro dia.

  3. Eu traduzo o que está acontecendo

    Explico o que estamos investigando, o que o exame mostrou e por que indico cada caminho, em linguagem que você entende.

  4. Equipe quando o seu caso pede

    Fisioterapia pélvica, nutrição, dor e saúde emocional entram quando fazem diferença para você.

Me conta há quanto tempo você sente isso.

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Onde você é atendida

Perto de você, ou de onde você estiver.

A consulta acontece em quatro endereços entre São Paulo e o ABC, e também por vídeo, para quem mora longe ou está em viagem. Você escolhe o formato que cabe na sua rotina, e a equipe combina com você pelo WhatsApp.

Compartilhar contato

Diga de onde você vem e a equipe indica o melhor endereço.

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Quanto mais cedo, melhor.

Quanto mais cedo a endometriose é identificada, maiores são as possibilidades de controlar a doença e viver com mais qualidade de vida.

O primeiro passo

Tudo começa por uma conversa.

Me conte há quanto tempo você sente dor e o que já ouviu até aqui. A conversa começa no WhatsApp, com a minha equipe, e dali combinamos a sua consulta.

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Atendimento de segunda a sexta. Se você preferir, pode só escrever o que está sentindo e a equipe responde com os próximos passos.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre endometriose.

Quais são os sintomas da endometriose?

Os mais comuns são cólica menstrual intensa, dor pélvica fora da menstruação, dor na relação, dor para evacuar ou urinar durante o ciclo, sangramento intenso, cansaço e dificuldade para engravidar. Algumas mulheres têm poucos sintomas, e a intensidade da dor nem sempre acompanha a extensão da doença.

Cólica forte é normal?

Não. Cólica que faz você faltar ao trabalho, desmarcar compromissos ou que não melhora com os remédios comuns não é normal e merece investigação, porque pode ser endometriose.

Se os meus exames deram normais, a endometriose está descartada?

Não. Ultrassom comum, sem preparo, muitas vezes não mostra a endometriose. Ultrassom com preparo intestinal ou ressonância com protocolo específico, feitos e lidos por quem procura endometriose, aumentam muito a chance de encontrar a doença.

Como é feito o diagnóstico da endometriose?

Pela história clínica, pelo exame físico dirigido e por exame de imagem especializado. Hoje, na maioria dos casos, não é preciso operar para ter o diagnóstico: a cirurgia fica para quando também é tratamento.

Endometriose tem cura?

A endometriose é uma doença crônica. O tratamento controla os sintomas e a evolução da doença, e o acompanhamento continua ao longo dos anos, com reavaliação e ajuste do plano.

Toda endometriose precisa de cirurgia?

Não. Nem toda paciente com endometriose precisa de cirurgia. Muitas se tratam com medicamentos, hormônios e cuidado multidisciplinar. A cirurgia entra quando é realmente indicada, por exemplo quando a dor não cede ao tratamento clínico ou quando a doença compromete outros órgãos.

Como é a cirurgia minimamente invasiva para endometriose?

É feita por pequenas incisões, por laparoscopia ou com plataforma robótica. Em comparação com a cirurgia aberta, costuma causar menos dor no pós-operatório e permitir recuperação mais rápida. O tempo de recuperação depende da extensão da doença e é explicado antes da cirurgia.

Endometriose causa infertilidade?

Pode dificultar a gravidez, mas muitas mulheres com endometriose engravidam. A avaliação considera a sua idade, a extensão da doença e o seu plano de ter filhos, e, quando necessário, inclui a reprodução assistida.

Dá para ter endometriose depois dos 40?

Sim. Muitas mulheres recebem o diagnóstico depois dos 40, depois de anos de sintomas minimizados. Os sintomas tendem a diminuir depois da menopausa, mas nem sempre desaparecem, e a doença continua precisando de acompanhamento.

Por que o diagnóstico da endometriose demora tanto?

Porque a cólica forte ainda é tratada como normal e porque os exames comuns muitas vezes não mostram a doença. Estudos falam em uma média de sete anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico.

Ficou alguma dúvida? Pergunte à minha secretária.

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